A política brasileira teve o divisor de águas com Brasília (arrghhh...): A.B, ou seja, Antes de Brasília, tínhamos políticos do padrão ético de - somente para citar alguns - Alberto Paqualini, Fernando Ferrari, Afonso Arinos, Arthur Bernardes Filho, Carlos Lacerda, Roberto Campos, Apolônio Salles, Daniel Krieger, Etelvino Lins, San Tiago Dantas, Hamilton Nogueira, Nereu Ramos, Café Filho, Getúlio Vargas, José Américo, Rui Carneiro, Otávio Mangabeira, Milton Campos, Pedro Aleixo, Franco Montoro, Bocayuva Cunha, Ulysses Guimarães, Oscar Corrêa, Luis Viana, Fernando Gasparian, Tancredo Neves, e tantos outros.
D.B, isto é, Depois de Brasília, olhem só a escumalha que dirige os nossos destinos e, por conseguinte, os escândalos dessa turma não nos espantam. Somos obrigados a conviver com essa ralé e com a impunidade, pois o nosso sistema judicial se destina principalmente a punir pretos e pobres. Não vomitem quando estiverem lendo alguns destes nomes: Gim Argello, Romero Jucá, José Sarney, Humberto Costa, Renan Calheiros (ai, que saudades da Mônica!), Roberto Requião, Anthony Garotinho, Benedita da Silva, Eduardo Cunha, Jaqueline Roriz (breve o papai Joaquim vai voltar), João Paulo Cunha, José Guimarães (aquele do assessor com dólares na cueca), Newton Cardoso, Paulo Maluf, José Stédile, Paulo Pereira da Silva, Valdemar Costa Neto etc. Para enriquecer o nível dessa camarilha, além de Joaquim Roriz, voltarão Jarbas Barbalho, José Genuino e tantos outros.
E os nomes de alguns? Sérgio Petecão, no Senado. Na Câmara dos Deputados, os nomes são mais estapafúrdios: Acelino Popó, Audifax Berinho Bentim, Biffi, Bohn Gass (peido?), Cajado, Puty, Danrlei, Alcolumbre, Dr. Grilo, Dr. Rosinha, Dudimar Paxiuba, Givaldo Carimbão, Manato, Mandetta, Pauderney Avelino, Pinto Itamaraty, Professora Marcivânia (filho de Márcio e de Vânia?...), Raimundão, Ratinho Junior, Rosinha da Adefal, Sibá Machado, Tiririca, Zé Silva e Zoinho...