quarta-feira, 21 de setembro de 2011

BANQUEIROS FALIDOS COM A BUNDA NUA NA PEDRA

Vejamos o caso de alguns donos de bancos: Magalhães Pinto, do Nacional; Calmon de Sá, do Bando Econômico e Edmar Cid Ferreira, do Banco Santos, amigão do "capo" Sareyone que, dois dias antes da falência retirou dois milhões de reais que lá estavam depositados. Ninguém está preso. Lembrei-me, então, da Itália no século XV, quando, em algumas cidades, quem declarasse falência precisava bater as nádegas nuas numa pedra ou poste especial em plena praça pública, diante de uma multidão de testemunhas. O povo era convocado pelos arautos com suas cornetas, gritando o nome do falido, bem como a hora e o local do degradante episódio.
Já pensou se essa moda pegasse no Brasil? Haja pedras e haja poluição sonora!