O Itamaraty começa a entrar nos eixos, sem a presença quase que diária, na televisão, das barbas de mico-leão dourado do chanceler do B, Celso Amorim, sempre monitorado pela chanceler do A, Marco Aurélio Garcia, o amigão de Chávez, Evo Morales, Castros, Correa, Almadinejad e Kadhafi. Quando não estava da TV, Amorim ficava de papagaio de pirata em todas as aparições de Lula. A presidenta Dilma até se saiu muito bem e acabou com a cafagestagem de bufê nos almoços e jantares no palácio Itamaraty, onde víamos altas autoridades estrangeiras e brasileiras fazendo fila para comer, quem sabe, uma buchada de bode, como num restaurante a quilo. Voltou o tradicional serviço à francesa como em todas as chancelarias do mundo. Ademais mudou a postura em relação à defesa dos direitos humanos, tão enxovalhdos na era Lula.