Marta Suplicy, responsável pela nomeação do ex-presidente da Embratur, Marcos Moyses, preso na Operação Voucher, seu braço direito em São Paulo, inclusive em campanhas, ele está sendo acusado de responsável pelo desvio de R$4 milhões no ministério do Turismo durante parte da gestão da sua madrinha. Acossada pela imprensa no Senado pelos jornalistas, Marta disparou para o banheiro do cafezinho do plenário e nele se refugiou e lá ficou despachando com seus assessores. Certamente teve a oportunidade de ver alguns "cumpanheiros" seus boiando em algum lugar do banheiro...
Uma sugestão: cada político com amigo corrupto deveria estar sempre acompanhado, por vias das dúvidas, de um banheiro químico com rodinhas...