Sai o eficiente pavão Jobim do ministério da Defesa e entra o "pintassilgo" - como o chama o ótimo jornalista Augusto Nunes em seu blog - Celso Amorim, com sua plumagem verde-amarela com algumas plumas vermelhas. No entanto, como seu idolatrado chefe, a quem chamava de "O Nosso Guia", Amorim, conhecido no Itamaraty como "Anão Caspento", é uma metamorfose ambulante e talvez não demore a entrar em conflito com os seus ideólogos Marco Aurélio Garcia, Fidel e Raul Castro, Evo Morales, Correia, Ahmadinejad e o chapulin Chaves. Nossos militares tiveram de engolir o megalonanino que reconhece a existência das FARC, permite um representante dos cocaleros no Brasil e não apoiou a Colômbia quando destruiu o acampamento no Equador.
Quem está mais feliz com a designação de Amorim são os serviços de Intendência das Forças Armadas que deixarão de gastar aqueles tres metros de tecido de padrão camuflado para fantasiar o gigantesco general Jobim nas suas visitas às guarnições na selva amazônica e passarão gastar apenas um metro e meio de tecido para confecção dos uniformes de Lobinho do Mar ou de Escoteiro, conforme a missão do nosso micro-ministro...